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sábado, 30 de março de 2013

Paixão de Cristo/ 2013 - Palmeira dos Índios/AL



Todos os anos em Palmeira dos Índios/AL, na época da Semana Santa, os fieis, a comunidade geral e os visitantes, se dirigem ao alto da Serra do Goiti: em procissão; ou simplesmente para apreciarem paisagens deslumbrantes a partir do pé do Estátua do Cristo do Goiti; também podem acompanhar durante a noite de quinta e de sexta-feira a encenação da Paixão de Cristo (é uma das mais tradicionais do interior do Estado de Alagoas...).


No início da madrugada de quinta-feira, um padre acompanhado de fieis faz todo o percurso (ladeira acima), orientados pela vontade de ao menos um pouco “vivenciar a Cruz de Jesus Cristo”! Nesta mesma hora, outros tantos sobem a serra e se acham aos pés da estátua do Cristo do Goiti, principalmente para confraternizar com os amigos e beber vinho.

Durante a aurora centenas de pessoas (moradores da cidade e do município), bem como as que residem n’outros municípios, sobem (e depois descem a serra). Alguns ficam por lá até o anoitecer; levam comida e bebida (ou os adquire) nas várias barracas lá armadas. Além de disporem de produtos como frituras, bolos, pipocas etc. e água, refrigerantes e bebidas alcoólicas, os “peregrinos” dispõem da oferta de frutas da época: pitomba, oliveira (jamelão) e jaca.

Quando se consolida a noite, há a encenação da Paixão de Cristo, com atores profissionais e amadores, da cidade e da região. Este ano (2013) tal espetáculo acontece pela 11ª vez.


Na sexta-feira e pelos dias que virão, a serra e a estátua do Cristo lá se encontram (de braços abertos) e no cair da noite de sexta, o espetáculo da Paixão se repete.
Você pode ver outra postagem sobre a Emancipação Política de Palmeira dos Índios.
Também há um vídeo que mostra um pedaço da subida da Serra do Goiti. E outro vídeo sobre o mesmo tema.
Ao subir até os ombros da estátua tem-se uma vista ainda mais singular. Serra do Goiti.
As pessoas chegam lá em cima - geralmente - cansadas e se refugiam ao pé da estátua - Serra do Goiti.

Crianças e idosos trafegam pelo cume da Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Essas crianças aproveitam a posição privilegiada para espiar a cidade desde a Serra do Goiti.
Por aqui se começa a subir a Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Ao longo da subida as pessoas ficam cada vez mais próximas. Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Algumas pessoas já descem, logo cedinho! Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL rodeada por serras.

Na parte superior da transgoiti terras em cinzas - Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Queimadas: será que a espera de chuva para plantio; ou somente para devastar? Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.

Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL ao fundo.
Dezenas de pessoas subindo a Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Subida da Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Do alto do Goiti vê-se várias pessoas no seu entorno - Palmeira dos Índios/AL.
Sempre atenta: "olhos" sobre a cidade de Palmeira dos Índios/AL.
Bela "metrópole" do sertão: Palmeira dos Índios/AL.
Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Abaixo o cenário para a encenação da Paixão de Cristo, na noite de quinta e sexta-feira - Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Do outro lado, parte da serra do Alto do Cruzeiro. Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.
Abaixo a cidade, o açude: da Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.

Uma mão pede a companhia do Sol vital. Serra do Goiti - Palmeira dos Índios/AL.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Poesia - Buraqueira do Sertão

Disponível em:
www.opulsoapulsar.wordpress.com/
Toda noite,
Quando volto para casa
Meia noite
Ainda não é,
Mas é só olhar pra cima
Que lá está ela em pé:
Uma alma tão pequena
Espreitando o que vier!

E eu sinto-me
Envolto
Pela luz que vem do luar
Ou pela luz da água;
E meu ser obsoleto
Pela magia deixa-se levar.

E eu procuro vê-la
Ela faz girar seus olhos
E sempre me percebe antes!
E como se num altar
Disponível em:
www.terradagente.com.br/
Tem domínio sobre os fracos
Mortos estarão aqueles
Que caírem em seus garfos
Pontiagudos e tão móveis
Quanto seu tronco a voar!

Sim, eu olho para cima!
E pequeno me sinto...
Porque ela, toda noite está
Sobre o poste, ereto
Em meu jardim erguido.
A comer todo inseto;
Todo anfíbio;
Todo réptil
Que naquele centro de luz
De infelicidade cruzar!

E minha mãe, com gestos cuidadosos
Já a jurou de morte,
Porque essa alma
Grita e assusta,
Pobres almas
De humanos bem medrosos!

Mas, toda noite eu a vejo,
Ela, antes já me viu!
Em meu terreiro, de pé.
Para muitos, Caburé,
Mas, aquela pequena
Linda alma encrenqueira
Também é por vezes chamada
De Coruja Buraqueira!

Poucos seres
Desde a evolução
Conseguiram - como ela -
Trafegar com precisão
Entre a noite,
Entre o dia
E demonstrando em cada fase
Habilidade e maestria!

JaloNunes.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Santuário de Fátima - Portugal


PROFECIA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
"No dia 13 de julho de 1917, em Fátima, Nossa Senhora apareceu aos Três Pastorinhos, naquela que foi a Sua terceira aparição na Cova de Iria. Naquele dia revelou o “segredo de Fátima” a Jacinta, Lúcia e Francisco. Solicitada pelo Bispo, Lúcia desvendou mais tarde, em 1937, o conteúdo do segredo. Nossa Senhora afirmou que era essencial o sacrifício pelos pecadores e entre várias profecias, acrescentou que a Rússia haveria de espalhar os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja, algo que estava a ser cumprido, pois para além do governo comunista daquele país do leste da Europa, também o México seria governado pela mesma ideologia".

HISTÓRIA DAS APARIÇÕES:
"Mas a 13 de maio de 1917, três crianças pastoravam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, conselho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria/Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 09 e 07 anos".

"Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol", de cujas mãos pendia um terço branco".
"A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Conselho, para Vila Nova de Ourém".
"Na última aparição, a 13 de outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a "Senhora do Rosário" e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra".
"Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917".
"Anos mais tarde, a Irmã Lúcia contou ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência".
"Desde 1917,  não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia a dia, num montante anual de cinco milhões[1]".
Breve história do Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Página oficial do Santuário.
Local de recepção aos devotos e visitantes. Fátima - Portugal.

Imagem original, numa capelinha no meio do pátio; local da primeira aparição da Santa aos Pastorinhos Fátima - Portugal. A bala que atingiu o Papa está "guardada" aos pés da Santa.

Pátio central repleto de devotos e visitantes: à esquerda abaixo, capelinha com a imagem principal da santa! Fátima - Portugal.

Igreja ao estilo moderno, lado oposto à Igreja principal e capelinha - Fátima - Portugal.

Escultura ao Papa Paulo VI - Fátima - Portugal.

Belíssimo altar em ouro, numa das Igrejas (àquela que nos referimos como moderna) em Fátima - Portugal.

Mais uma visão ampla da Igreja em Fátima - Portugal.

Boa parte da galera que visitou Fátima - Portugal (da esquerda para direita: Brasil, Polônia, Brasil, Polônia, Brasil, Portugal e Portugal).


SP e AL e SP em Fátima - Portugal.

Escultura ao Papa João Paulo II em Fátima - Portugal.


Altar da Igreja mais antiga: Fátima - Portugal.

Túmulo de um dos pastorinhos, da Igreja acima mostrada - Fátima - Portugal.

O outro Túmulo de um dos pastorinhos, da Igreja acima mostrada - Fátima - Portugal.

A capelinha onde a Santa apareceu pela vez primeira; À direita um pé de azinheira - Fátima - Portugal.

Pode-se fazer um passeio neste veículo entre os principais locais, nos quais a Santa apareceu em Fátima - Portugal.

Os devotos rumam em procissão; e rezam o terço nos locais indicados; Fátima - Portugal.

Monumento no local da segunda aparição de Fátima - Portugal.


Uma bela paisagem repleta de oliveiras e azinheiras grande - Fátima - Portugal.

Ao término da procissão chega-se a esta capelinha: na qual rezam-se missas e encerram-se os terços; Fátima - Portugal.

Detalhe das esculturas em cima da capelinha, antes mostrada - Fátima - Portugal.

Casa de Lúcia - mantém as antigas caracterizações; Fátima - Portugal.




 


[1] Disponível em: http://www.santuario-fatima.pt/portal/index.php?id=2634 Acesso em: agosto de 2012.