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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Galerias Romanas - Lisboa/Portugal

“Em 1771 durante a reconstrução da cidade de Lisboa, na sequência do grande terremoto de 1755, surgiram pela primeira vez a notícia a existência de um conjunto de Galerias Romanas no subsolo da Baixa, desenhadas em 1773 por Joaquim Ferreira. (...) O edifício romano, constatado a sua grande robustez, serviria de alicerce aos prédios pombalinos".

"Em 1859, obras de saneamento permitiam, pela única vez, observar restos das construções romanas que se erguiam sobre as Galerias (...). Até 1909 o monumento era conhecido por “Conservas de Água da Rua da Prata” por ter sido utilizado pela população como cisterna".


"Abriram ao público com regularidade a partir dos anos 80 época em que foi possível à Câmara Municipal de Lisboa criar condições restritas de acessibilidade ao monumento.
Os últimos trabalhos do Museu da Cidade revelaram que as Galerias foram erguidas sobre uma espessa placa artificial de rija argamassa romana, colocada sobre a areia".
Podem ser vistos:
"Pequenos compartimentos (celas) dispostos lateralmente a algumas das galerias, que poderão ter sido utilizadas na época romana como áreas de armazenamento";
"Arcos em cuidada cantaria de pedra almofadada, técnica típica dos inícios da época imperial romana";
"Abóbodas, onde são visíveis as marcas das tábuas de madeira  que serviram para a sua construção";
"'Galerias das Nascentes', também chamadas “Olhos de Água”, que ostenta a fratura, a partir da qual brota a água que invade todo o recinto".

"As Galerias Romanas estão situadas na Rua da Conceição (junto ao nº 77)";
"É visitável apenas uma vez por ano; as visitadas são orientadas por técnicos do Museu da Cidade".
Contato: e-mail: museudacidade@cm-lisboa.pt. Disponível no guia – Museu da Cidade.
“As galerias romanas da Rua da Prata, na baixa de Lisboa, que abrem ao público apenas uma vez por ano, podem ser visitadas – geralmente em fins de setembro -. O monumento, raramente visível, devido às condições de acessibilidade, tem a abertura apenas uma vez no ano, sendo as visitas gratuitas e orientadas por técnicos".

"O local está inundado e é necessário cerca de um mês e meio de logística e trabalho de pessoal especializado para ser possível visitá-lo. Descoberta durante a reconstrução da cidade após o terremoto de 1755, a estrutura seria um criptopórtico da época de Augusto (entre os séculos I a. C. e I d. C.), contemporânea de outros grandes edifícios da então cidade de Olisipo. Devido à grande adesão do público a estas visitas, a fila é encerrada pelo menos na metade da tarde, para garantir a entrada no monumento".
Atenção: as filas costumam ser gigantescas. Podem-se demorar várias horas antes de conseguir entrar. Por isso deve-se ir prevenido de alimentos, água e chapéu". Disponível em: http://passamos_como_o-rio.blogs.sapo.pt/77296.html Acesso em: março de 2012.

Ruas vazias, próximas a da Galeria Romana; Lisboa/Portugal.

Pessoas a visitar as Galerias Romanas; Lisboa/Portugal.

Pessoas a visitar as Galerias Romanas; Lisboa/Portugal.

Pessoas a visitar as Galerias Romanas; Lisboa/Portugal.


Passa o bonde; fica a gente; Lisboa/Portugal.

Passa o bonde; fica a gente fotografando e adentrando; Lisboa/Portugal.


Agentes que controlam a entrada das pessoas nas Galerias Romanas.

Uma jovem "brasuka" acessa as Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.

Muitas partes das Galerias foram fechadas para a construção...
...de canais de saneamento em Lisboa/Portugal.






Fantástica esta ala das Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.

N'algumas partes a água impede a passagem.


Este morador aproveita o público para ganhar um dinheirinho.
Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.