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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Resumo 10: Capítulos 1 e 2 do Livro "O Poder em Cena", de Georges Balandier


CAPÍTULO 1: O DRAMA

No início do capítulo 1, intitulado de O DRAMA, o autor fala numa espécie de “teatrocracia”, que seria uma ação incutida nos bastidores da sociedade e das disposições do poder – o poder político. Esta forma de agir relacionando sociedade e poder impõe aos atores políticos, segundo o texto, uma obrigação quanto ao seguimento de suas regras.
Imagem retirada de: www.wook.pt
Essas ações da “teatrocracia” envolvem sociedade, teorias, drama e atores envolvidos neste drama social.

A partir destas considerações o autor começa e elencar uma série de fatos, até mitológicos para justificar a verdade do poder, onde, muitas vezes, o fundamento das grandes mitologias incide mais sobre as relações de poder do que mesmo a própria contribuição científica. Cita inicialmente o célebre escritor Maquiavel, que chega a comparar o príncipe com o demiurgo aristotélico, conferindo a ele um caráter divino e totalmente simbólico, isto para demonstrar que a sociedade não precisa estar envolvida em todas as tomadas de decisão por parte do poder político, mas sim, é preciso que ocorra uma ilusão de ótica, e esta é conferida por meio dos atos simbólicos e típicos do imaginário. Cita também exemplo ocorrido em Florença, onde o império do florentino fora colocado sob a égide de Cristo, num extremo jogo do imaginário, do ideológico, do ilusório, respaldados por uma oratória do convencimento. Em síntese, nesses termos, “o grande actor político comando o real pelo imaginário (...) o imaginário clássico projecta sobre a cena onde se cumpre o drama lírico as representações duma ordem onde tudo se põe de acordo. Dela produz a ilusão e, assim sendo, o justifica” (BALANDIER, p. 21).

Está presente em sociedade e em diferentes momentos históricos, certo acervo, uma reserva, de imagens, de símbolos, de modelos de agir e que são empregados pelos ocupantes do poder, a depender de suas necessidades, sejam individuais ou coletivamente orientadas restritivamente. Segundo o texto, esse herói político, tem como maior aliado sua capacidade de dramatização, é ela quem vai possibilitar-lhe o engendramento das relações de poder a seu favor, sendo ele reconhecido exatamente por essa sua força e capacidade de convencimento, de oratória, de justificar suas ações por meio dos elementos simbólicos, a que se apega.

Na contemporaneidade, este articulador sábio do imaginário com a sociedade muda de figura, assegura o autor, tornando-se mais perspicaz no uso dos elementos típicos do conhecimento científico, afinal a modernidade exige mais criticidade e menos ignorância, escuridão. Este aparece como aquele capaz de iluminar o presente com promessas futuras. Mesmo porque nesses termos, a democracia não permite que o governo seja aclamado somente por via do divino, por exemplo, mas deve ser, primeiramente, uma resposta da vontade da maioria. Torna-se necessário, portanto, usar-se da “arte da persuasão, do debate, a capacidade de criar os efeitos que favoreçam a identificação do representado com o representante (...) a eleição é o grande drama em cena” (BALANDIER, p. 23). Também os tempos modernos trouxeram outros meios de implementar melhor a presença do poder sobre os súditos, são os “os meios dos média, da propaganda e das sondagens políticas, reforçando a produção das aparências, ligando o destino das pessoas de poder à qualidade de sua imagem pública tanto quanto às suas obras” (BALANDIER, p. 23). Independentemente de se estar usando os recursos modernos ou os mais tradicionais, trata-se, sempre, de difundir e incutir um imaginário “oficial”, que obscurece a verdade das coisas, mascarando a realidade e metamorfoseando a sociedade, portanto, “transforma todo um povo numa multidão de figurantes fascinados pelo drama em que o mestre absoluto do poder os enreda” (BALANDIER, p. 23). Logo, nestes termos, o Estado, o centro e difusor de poder, faz com que se pense e se aja segundo suas diretrizes, uma vez que elas estão sendo, dia a dia sendo inseridas na mente de cada ente individual, criando um coletivo alienado.  Também a conjuntura é fator decisivo num maior ou menor índice de dramatização do poder sobre a sociedade, isto é, maior ou menor influência nefasta.

Essa influência do simbólico, do imaginário, segrega, hierarquiza, moraliza e instala-se na sociedade em níveis desiguais, a depender do grau de instrução desta sociedade, ou mesmo da capacidade de se impor e se usar desses elementos alienantes que venha a ter o representante do poder.

O poder simbólico, mesmo sendo excepcionalmente ideológico, imaterial, usa-se de elementos tipicamente apreendidos materialmente, como comemorações, manifestações, execuções; mas principalmente ele se situa num local, num espaço de demonstração de poder e fausto, tais são os exemplos citados pelo autor: o Palácio de Versalhes, para Luis XIV e os franceses da época; Brasília, a capital construída no Brasil, pólo irradiador do poder político; a cidade de Roma e sua fiel associação com poder religioso, etc. em todos esses contextos o poder regula através de uma expressão espacial e o poder é, muitas vezes, sagrado e “visa o efeito mais do que a informação, procuram a influência durável sobre os súditos” (BALANDIER, p. 28).

De todos os exemplos e situações, é apontada como grande ferramenta a palavra, porque ela expressa força e efeitos, cria ilusões na realidade palpável forjando a realização da ideia pensada e difundida. As palavras também excluem, primeiramente porque há a palavra do governante e as menos importantes palavras dos governados. “Nas sociedades modernas ditas do espetáculo, o contraste acentua-se muitas vezes entre as manifestações públicas do poder, a aparição, a aparência, o barulho feito na periferia, e o silêncio do centro onde se situa o governo” (BALANDIER, p. 30).

Ressalta-se que as sociedades modernas mudaram o modo de representação, submetendo-se aos efeitos da secularização; nestes termos, aquele que quer se apoderar do poder deve ter uma capacidade de conquista, de tornar-se figura pública e ganhar uma dimensão nacional, por exemplo. Mesmo porque, na modernidade, com a separação definitiva entre Estado e Igreja, o imaginário sacralizado é menos eficaz, o que não quer dizer que não seja praticado. É que, a mudança dos temas e dos símbolos acompanha o desenrolar da história, permutando entre religiosos, artísticos, estéticos, locais (estratégicos), etc.



CAPÍTULO 2: A DESORDEM

Neste capítulo o autor vai expressar especialmente as considerações a respeito do ridículo dentro das relações sociais, usando-se sempre como exemplos a existência do Bobo da Corte. Diz, inicialmente que, a “ordem social distingue, classifica, hierarquiza, traça limites defendidos pelos interditos” (BALANDIER, p. 43).

Quanto ao ridículo, a reação a ele vai depender da sociedade, mas pode trafegar entre o ostracismo, a humilhação pública ou a vergonha suicida, ou o retorno ao pecado. O medo de estar exposto ao ridículo faz com que as pessoas se alinhem, tornando-se uma vítima do poder, porém fiel ao ataque do simbolismo incutido socialmente.

O Bobo da Corte é aquele que pode expor as verdades da sociedade, seus ataques tímidos contra o poder, sem o ser punido ou mesmo levado a sério. Quanto a sua presença na história, o autor assegura que sua figura “ocupa uma posição central tanto nos mitos popularizados pelas literaturas orais como naqueles que comandam o sagrado e as práticas rituais” (BALANDIER, p. 47). O Bobo está associado ao “movimento, aos desequilíbrios, aos acidentes; ele impõe a sua indisciplina divina à ‘disciplina’ da ordem social e universal” (BALANDIER, p. 48).

O interessante é que, o ataque – verbal ou atitudinal – proferido pelo Bobo da Corte, ou Trapaceiro, não respeita nada nem a ninguém, fere tanto ao poderoso quanto aquele que é dominado, porque sempre tem um objeto [social] a ser trabalhado. Seu ataque, historicamente e espacialmente localizado, está relacionado à questão do poder, também à sexualidade e ao sagrado, assim as sutilezas da sorte. Trata-se, portanto, se parodiar com esses conceitos porque eles estão sempre presentes nas relações sociais; é “o sagrado que oprime, o sexo que alimenta as suas pulsões, a sorte que produz e a incerteza e os riscos” (BALANDIER, p. 50).

É por estar na sociedade, mas também permeando sempre as relações de poder, muitas vezes na companhia direta dos lideres dos Estados; e por seu caráter de louco e pela simbologia que desperta, que o Bobo transita com liberdade absoluta entre o mundo real e a expulsão das palavras da forma que mais exagerada possam criar uma situação de troça no meio que se expressa; assim podendo romper com tabus, com disciplinas, com modelos de alienação e apatia social e despertando tanto o respeito, a reverência, a afeição, quanto o ódio e o medo. Sua presença encontra-se nas histórias populares tradicionais, nos reinos antigos e seus relatos, na literatura em si, na pintura, nas cenas folclóricas, etc. Assegura o autor que, “sua transgressão permanece limitada pelo ritual, não se confunde jamais com a transgressão a orgia” (BALANDIER, p. 52). No geral “ele mostra aquilo a que ficaria sujeita uma sociedade onde as normas, as proibições, os códigos se dissolvessem: em uma regressão até ao estado selvagem que ele mina em alguns dos seus exageros, a um abandono” (...) (BALANDIER, p. 53).

Situando-o historicamente observamos que na Antiguidade ele era mantido nas casas dos poderosos e ricos a fim de fazê-los rir durante as refeições, relacionado à arte do divertimento; já na Idade Média passa a ocupar papel importante junto aos príncipes e reis, ocupando, inclusive, uma posição político-institucional; somente no século XIV ele assume posição semelhante a um funcionário institucionalizado, sendo incluído no orçamento do Rei. O último a exercer esta função foi Angely, junto a corte de Luís XIII e depois Luís XIV, tratava-se do último a exercer esta função de Bobo particular do Rei; posteriormente este cargo foi extinto definitivamente.

O Bobo serve para mostrar que o poder dos governantes não é estruturado somente segundo convenções, mas também que as coisas aparentes e parodiadas estão presentes no governo, fazendo parte dele e exercendo alguma ação sobre a sociedade.

Socialmente falando, isto é, voltando-nos para a vida de um cidadão, se este é tido como desviante ou capaz de pôr o governo em dúvida, é tornado Bobo, sendo este predicado o mais terrível possível, tornando-o ridicularizado e publicamente depreciado, jogado para o âmbito da loucura, devendo ser tratado psicologicamente; trata-se do ritual dramático de segregação, uma dramatização que exclui, separa, esconde. Isto porque, nas sociedades modernas, pratica-se implicitamente por causa do simbolismo, um totalitarismo exacerbado, levando o desviante a um normalismo e a um conformismo tendenciado e proibitivo, tirando o dito louco de seu contexto social e levando-o a casas ditas de recuperação, destroçando seu habitat social e sua personalidade. Desta forma permanece uma ideia de separação, ainda, porque se desconsidera a totalidade, a realidade social e individualizam-se as ações e as pessoas e “as aparências que emergem do imaginário colectivo podem, destruir as que são produzidas pela sociedade convertendo, assim, as ilusões que mascaram a realidade em verdades expostas sob o modo ilusório, através de metáforas, figuras e alegorias, fantasmagorias” (BALANDIER, p. 59).

Recentemente meios modernos invocam uma espécie de prática semelhante àquela feita pelos Bobos de Corte, tais como o cinema, através de alguns filmes, também alguns partidos quando baralham, desvendam, dramatizam e perturbam os eventos promovidos pelo poder local. São ações como estas que criam a possibilidade de questionar a dita ordem, mostrando que a, implícita, uma grande desordem, marcado pela existência de um conformismo e da não mudança.

Por fim, percebemos que são fases históricas que trazem consigo personagens, movimentos, formas de poder, modos de receber esse poder e suas ações, muitas vezes autoritárias, pouco democráticas; são influências sobre os homens (cidadãos) das mais diversas vertentes: religião, filosofia, ciência, artes, etc. todas elas situadas e influenciadas pela história dinâmica, predominante na vida social.

JaloNunes.
O autor. Imagem disponível em: tendimag.com
BIBLIOGRAFIA:

BALANDIER, Georges. O Poder em cena. Coleção Comunicação. 

terça-feira, 31 de março de 2015

Resumo 9 - Introdução à Crítica da Filosofia do Direito de Hegel



INTRODUÇÃO – CRÍTICA DA FILOSOFIA DO DIREITO DE HEGEL (KARL MARX)


Conteúdo elaborado por Karl Marx, no ano de 1843 e publicado no ano seguinte, critica uma parte da Filosofia de Hegel e inicia nos dizendo que a crítica da religião chegou ao fim, se tratando da Alemanha... “A crítica da religião é o pressuposto de toda a crítica”.
O homem se deu conta que não existe outro homem fantástico, o que há é o reflexo de si mesmo e a crítica à religião luta contra a ideia de que foi o homem que fez a religião, visto que ela é autoconsciência do homem; este também cria a sociedade e a religião, apenas uma teoria geral do homem. A religião é um refúgio para a miserabilidade, é a realidade da miséria, o espírito mundial, sendo assim “ópio do povo”.
Quando se critica a religião como felicidade ilusória, busca-se a felicidade real, não significa, porém, dizer que a partir da crítica tudo estará resolvido, virá, então, um processo de brotamento de novos valores, novas conquistas e outros raciocínios para que o homem pense e saia da ilusão.
A história tem que descobrir primeiramente a verdade do aquém (ser social), usando a Filosofia que, assim como desmascarou a auto alienação, deve desmascarar as relações sociais, havendo posteriormente críticas inversas.
Karl Marx lembra aos alemães que algumas de suas conquistas gloriosas foram efetuadas por gerações passadas, foram também influências externas, força, raciocínio e luta remota. Para que se gabar? Estamos libertos, mas limitadamente pelos grandes feudais que apenas mudaram de roupas e de nomes. “Liberdade só no dia do enterro”.
Marx nos coloca como se a Alemanha não tivesse obtido uma história de liberdade real que lhe servisse de base e diz que não há de se encontrar tal liberdade nas selvas teutônicas. “A situação alemã encontra-se abaixo do nível da história, abaixo de toda a crítica, como pode ser objeto de críticas”? Esta crítica não refuta a situação alemã, porque ela já está refutada, não tem qualidade de fim, mas de meio, indaga, denuncia...
Faz crítica também a divisão social, das absurdas divisões e da proporção incoerente entre dominadores e seus números. Esta irá conceder aos alemães o seu auto engano, sua resignação e o tamanho dos seus elementos vergonhosos, fazei-los se assustar e criar coragem para reconhecer suas falhas e sua auto enganação.
No que diz respeito ao Antigo Regime (ancien régime) aconteceu algo universal, visto que seu erro foi histórico e não pessoal, tendo como consequência sua trágica queda. Já o Novo Regime Alemão apenas negou o antigo e imagina acreditar em si mesmo e exige do mundo essa mesma crença que é ilusória. Não sabe ele que está quase chegando a Comédia. E o que é a Comédia? “É a última fase de uma forma histórica mundial”. Enquanto em alguns países a soberania está já em fase de término, na Alemanha está, ainda, iniciando. Enquanto em alguns o monopólio já chegou nas últimas consequências, na Alemanha está ainda na etapa de lavá-lo as últimas consequências. Estes primeiros casos são a solução e os segundos a colisão.
A única história alemã que se encontra a nível do presente oficial moderno é a do Direito e do Estado. O Partido Político Prático alemão reclamou a negação da Filosofia, tudo bem! Mas ele esqueceu que “não se pode superar a Filosofia sem realizá-la”, assim como errou o Partido Político Teórica, este partia da Filosofia e cometeu um erro no universo.
A Crítica da Filosofia Alemã do Direito e do Estado encontrou em Hegel a maior expressão e mais rica análise do mesmo, mas como se ele tomava apenas a abstração do real? É de se ver que no Estado Alemão “falta a solidez de sua própria carne”.
As emancipações alemãs foram apenas e cunho teórico, assim como o seu passado revolucionário é teórico.  Lutero venceu com a criação do Protestantismo, mas não solucionou os problemas. A Alemanha que era submissa a Roma tornou-se submissa também a Prússia, a Áustria, aos Fidalgos rurais e aos Filisteus. E o que é que está se opondo as revoluções, as conquistas alemãs? É a não cumplicidade, a não união das exigências do pensamento alemão com a realidade e consigo mesma? Ora, não basta que apenas o pensamento queira realizar, é preciso que a realidade ceda ao pensamento. A Alemanha pode chegar a cair sem sequer ter se emancipado. Fica claro que os objetos do antigo regime que possuímos se combina com os defeitos civilizados do regime moderno. A Alemanha possui muitas barreiras a serem derrubadas, mas primeiro deve-se derrubar a barreira política do presente.
A Alemanha tem como utopia ao menos uma revolução parcial, básica, que edifique outras revoluções. E esta responsabilidade é da sociedade civil, sendo que haja dinheiro e cultura na sociedade geral. A sociedade civil deve confraternizar, representar, exigir, ser a cabeça e o coração da sociedade geral, é preciso que ao final haja uma coincidência da sociedade civil e de todo o povo. É necessário, então, que a parte seja o todo e que o todo seja a parte.
É notável que a moral da Alemanha é o moderno egoísmo que tem de reconhecer seus limites, por isso as relações sociais são épicas, não dramáticas. Tendo consciência de suas pretensões e de suas oposições, cria uma base bem mais forte para conseguir o que se quer.
O autor elabora uma série de fatos sempre relacionando a Alemanha com a França e mostra que, quando a Alemanha inicia algum processo revolucionário, na França já se está no fim, iniciando outro mais elevado. Diferentemente da Alemanha, na França, se tem espírito teórico e prático e emancipação real.
Para que haja uma possibilidade positiva de emancipação na Alemanha, é preciso emancipar primeiramente todas as classes que a compõem. O homem alemão tem uma perda muito grande e deve-se, portanto, recuperá-lo. “Este homem que dissolveu a sociedade como um estamento particular é o Proletariado”. Este nasce na Alemanha através do nascimento industrial, nasce naturalmente, porém com uma pobreza artificialmente produzida, já que surgiu de uma aguda dissolução.
A emancipação da Alemanha deve partir da parte com o todo, deve fazer revoluções a partir do fundamento. “A emancipação da Alemanha é a emancipação do homem”. A Filosofia é a cabeça (o dado racional) e o proletariado é o coração (o dado sensível, empírico, o que necessita). Um precisa da realização do outro.

JaloNunes.
Disponível em: livraria-popular.blogspot.com
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

MARX, Karl. Crítica da Filosofia do Direito de Hegel - Introdução. In: Temas de Ciências Humanas. (trad. José Carlos Bruni; Raul Mateos Castell). São Paulo: Grijalbo, 1977. Vol. 2.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Museu de Cera (Dreamland), Foz do Iguaçu/PR - parte 4

Apresentamos nesta postagem mais um cenário do Museu de Cera, de Foz do Iguaçu/PR, desta vez, o quarto cenário. Trata-se de um dos mais amplos e povoados cenários, com figuras ilustres do Brasil e do Mundo. Nele é possível encontrar desde o Mussum até o Curinga.
Veja também as postagens anteriores sobre o Museu de Cera nos seguintes links:
 
 
Vin Diesel.
 
Arnold Schwarzenegger.
 
 
 
Curinga.
Robert Pattison.
 
Whoopi Goldberg.
 
 
Will Smith.
 
Professor Raimundo.
 
Mussum.
 
 
 
Leonardo DiCaprio.
  
Tom Cruise.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Fruto de um Esforço: Crônicas e Notas, de José Pinto de Barros

A obra "Fruto de um Esforço: Crônicas e Notas", de José Pinto de Barros é um trabalho póstumo, publicado em 2015.
Ontem eu estive no lançamento da obra póstuma do cidadão Palmeirense José Pinto de Barros (1896-1975), intitulada Fruto de um Esforço: Crônicas e Notas, que foi escrita pelo autor em 1966, somente agora publicada. O mesmo foi organizado por sua filha caçula Laurita de Barros Iannella e pela escritora palmeirense/alagoana Isvânia Marques da Silva.
O lançamento, que já havia ocorrido em Maceió, se estendeu para Palmeira dos Índios/AL, na sede da Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes - APALCA, que é presidida por Isvânia Marques da Silva.
O autor póstumo é filho de Palmeira dos Índios e foi um importante político, responsável pelo progresso da cidade, em sua época. “No seu governo, Palmeira dos Índios, deu início à sua arrancada em busca de um lugar de destaque entre as cidades alagoanas mais progressivas e desenvolvidas. Estendeu um tapete de paralelepípedos (...). Emprestou uma nova feição à Praça da Independência, ornando-a com o coreto e, também, construiu um obelisco para lembrar a data em que Palmeira dos Índios foi elevada à categoria de cidade".
Abaixo, as fotos mostram o currículo do escritos, scaneamentos das páginas 55-59, da referida obra.

 
a partir desta foto, os momentos de lançamento do livro, na APALCA.

   
REFERÊNCIA

IANNELLA, Laurita de Barros; SILVA, Isvânia Marques da (Organizadoras). Fruto de um Esforço: crônicas e notas. Maceió: Imprensa Oficial Graciliano Ramos, 2015.