Pesquisar este blog

Carregando...

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Fotos XII - Galerias Romanas - Lisboa - Portugal

Ainda era quase noite quando uma multidão de portugueses
e estrangeiros (especialmente brasileiros) formaram fila para
visitar as Galerias Romanas em Lisboa/Portugal,
em setembro de 2008.
“Em 1771 durante a reconstrução da cidade de Lisboa, na sequência do grande terremoto de 1755, surgiram pela primeira vez a notícia a existência de um conjunto de Galerias Romanas no subsolo da Baixa, desenhadas em 1773 por Joaquim Ferreira. (...) O edifício romano, constatado a sua grande robustez, serviria de alicerce aos prédios pombalinos.
Em 1859, obras de saneamento permitiam, pela única vez, observar restos das construções romanas que se erguiam sobre as Galerias (...). Até 1909 o monumento era conhecido por “Conservas de Água da Rua da Prata” por ter sido utilizado pela população como cisterna.
Mais uma mostra da enorme fila a visitar as Galerias Romanas;
Lisboa/Portugal.
Abriram ao público com regularidade a partir dos anos 80 época em que foi possível à Câmara Municipal de Lisboa criar condições restritas de acessibilidade ao monumento.
Os últimos trabalhos do Museu da Cidade revelaram que as Galerias foram erguidas sobre uma espessa placa artificial de rija argamassa romana, colocada sobre a areia.
Pessoas a visitar as Galerias Romanas; Lisboa/Portugal.
Podem ser vistos:
Pequenos compartimentos (celas) dispostos lateralmente a algumas das galerias, que poderão ter sido utilizadas na época romana como áreas de armazenamento;
Arcos em cuidada cantaria de pedra almofadada, técnica típica dos inícios da época imperial romana;
Pessoas a visitar as Galerias Romanas; Lisboa/Portugal.
Abóbodas, onde são visíveis as marcas das tábuas de madeira  que serviram para a sua construção;
“Galerias das Nascentes”, também chamadas “Olhos de Água”, que ostenta a fratura, a partir da qual brota a água que invade todo o recinto.
 As Galerias Romanas estão situadas na Rua da Conceição (junto ao nº 77);
É visitável apenas uma vez por ano; as visitadas são orientadas por técnicos do Museu da Cidade.
Contato:
E-mail: museudacidade@cm-lisboa.pt
Disponível no guia – Museu da Cidade.

Ruas vazias, próximas a da Galeria Romana; Lisboa/Portugal.
    “As galerias romanas da Rua da Prata, na baixa de Lisboa, que abrem ao público apenas uma vez por ano, podem ser visitadas – geralmente em fins de setembro -. O monumento, raramente visível, devido às condições de acessibilidade, tem a abertura apenas uma vez no ano, sendo as visitas gratuitas e orientadas por técnicos.
            O local está inundado e é necessário cerca de um mês e meio de logística e trabalho de pessoal especializado para ser possível visitá-lo. Descoberta durante a reconstrução da cidade após o terremoto de 1755, a estrutura seria um criptopórtico da época de Augusto (entre os séculos I a. C. e I d. C.), contemporânea de outros grandes edifícios da então cidade de Olisipo. Devido à grande adesão do público a estas visitas, a fila é encerrada pelo menos na metade da tarde, para garantir a entrada no monumento.

             Atenção. As filas costumam ser gigantescas. Podem-se demorar várias horas antes de conseguir entrar. Por isso deve-se ir prevenido de alimentos, água e chapéu.”
Disponível em: http://passamos_como_o-rio.blogs.sapo.pt/77296.html
Acesso em: março de 2012.

Ruas vazias, próximas a da Galeria Romana; Lisboa/Portugal.

Pessoas a visitar as Galerias Romanas; Lisboa/Portugal.

Pessoas a visitar as Galerias Romanas; Lisboa/Portugal.

Pessoas a visitar as Galerias Romanas; Lisboa/Portugal.


Passa o bonde; fica a gente; Lisboa/Portugal.

Passa o bonde; fica a gente fotografando e adentrando; Lisboa/Portugal.


Agentes que controlam a entrada das pessoas nas Galerias Romanas;
 Lisboa-Portugal.

Uma jovem "brasuka" acessa as Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.


Muitas partes das Galerias foram fechadas para a construção de canais de saneamento em Lisboa/Portugal.

Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.

Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.

Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.

Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.


Fantástica esta ala das Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.

N'algumas partes a água impede a passagem: Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.


Este morador aproveita o público para ganhar um dinheirinho: Galerias Romanas. Lisboa/Portugal.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Fotos XI - Madri - Espanha - Panorâmica - Poesia à Madri

Um dos monumentos mais belos:
ao fundo, o lindo edifício
Metropolis.
 Madri/Espanha.
       Visitar a Espanha, através da capital Madri é sinônimo de completude, isto significa que Madri nos oferece automaticamente uma visão mais ou menos "eurocêntrica"; tipicamente mais fria em termos de temperaturas médias, do que Lisboa, Portugal, por exemplo. Em Madri resistimos razoavelmente bem a temperaturas mínimas de 3 graus, no mês de Novembro de 2008.

    
Madri, linda Madri...

Que era de ti,

Sem o fogo passional,

Das tuas lindas espanholas?

Pois, dentre tudo que vi

Mais que tudo, tuas “niñas”

Aquelas“madrileñas”
Sem frescuras, sem pudor

Pareceram-me as mais

Puras belezas do amor
Presentes em teu chão frio.


Porque em novembro matas

Pobres visitantes tropicais

Que sentem até dor óssea

Pois o músculo já estará

Sedado de tanto frio.


E em nosso coração

Constante fervor de arrepio

E um fogo sempre acesso
Numa rua pode ser visto.
Uma bonita visão do Museu Del Prado
a partir do Jardim. Madri/Espanha.
 As atrações oferecidas por Madri, para “turistas” são tipicamente museológicas e palatinas (mas não se esgotam nestas). Dentre os museus mais importantes destacam-se o Del Prado, que abriga a fabulosa Coleção Real de Pintura, obras dos séculos XVI e XVII. O Del Prado valoriza a escultura e a pintura espanholas, de artistas como: Goya, Rembrandt, Velásquez e outros franceses como: Rafael, Ticiano, Botticelli, Tintoretto, além de Rubens, etc. O grande destaque é As Meninas, de Velásquez; em cuja tela o próprio pintor é retratado, tendo o reflexo num espelho (acredita-se).
          
O Museu Del Prado numa tomada frontal. Madri/Espanha. Em frente, a estátua à Velásquez.
Madri/Espanha
Bem em frente a principal entrada do Del Prado, uma homenagem a um dos maiores pintores mostrados no museu: Velásquez. Madri/Espanha.
Esta rua dá acesso ao Museu Del Prado,
assim como ao
Thyssen-Bornemisza.
Acima um cartez
indicativo do Museu
Thyssen-Bornemisza.
Madri/Espanha.
Outro importante museu é o Thyssen-Bornemisza que exibe pinturas importantes, de pintores de quase todo o mundo e que vão desde o século XIII ao XX, as quais pertenceram a família de mesmo nome. Além de obras de espanhóis e outros, há trabalhos dos impressionistas franceses e dos expressionistas alemães, além de russos. A coleção inteira custou 350 milhões de dólares ao Estado Espanhol. Lá podem ser vistas obras de Duccio, Rembrandt, El Grego, Rafael, Renoir, Edgar Degas, Van Gogh, etc.
Esta é a fachada principal do belíssimo Museu
Thyssen-Bornemisza em Madri/Espanha.







           

Outra visão do pátio e fachado (à esquerda) do Thyssen-Bornemisza em Madri/Espanha.
Esta é a fachado principal do moderníssimo
Museu Reina Sofia em Madri/Espanha.
É importante visitar também o Museu Reina Sofia (Rainha Sofia), também com pintura espanhola, especialmente dos séculos XX e XXI, tais obras obedecem a uma organização cronológica. Podem ser contempladas lá as obras mais célebres de Juan Gris, Juan Miró, Salvador Dali, Picasso etc. O destaque máximo do Reina Sofia é a Guernica de Pablo Picasso, um êxtase contagiante para dezenas de pessoas por vezes repentinas durante todo o dia.







Boa parte da galera brasileira que visitou Madri/Espanha.
No grande pátio lateral do Palácio Real.
Mais que isso Madri tem Palácios magníficos (como o Palácio Real) com salas adornadas de ouro, assim como peças deste metal precioso, e também tecidos finos e móveis reais, como é o caso do Palácio Real. Boa parte do ouro, há de se considerar, teve passado tropical, para ser mais preciso sul-americano.




Aí está o estádio de futebol do vitorioso Real Madri (Santiago Bernabéu)
Em Madri/Espanha
Para os amantes do futebol mundial e espanhol, pode-se dar uma conferida no estádio do Real Madri (Santiago Bernabéu) e ver suas conquistas em exposições.






Placas indicativas ao Del Prado, Plaza de Cibeles
e outros locais em Madri/Espanha.

Espaço verde/praça defronte ao Del Prado. Madri/Espanha.

Uma rua caracterísitca de Madri/Espanha.

Um dos monumentos mais bonitos de Madri/Espanha:
Metropolis; próximo a Prefeitura de Madri.

O Parque natural de Madri/Espanha.

Madri/Espanha.

Hard Rock Madri/ Espanha.

Praça em Madri/Espanha.

"Um fogo sempre a queimar" em Madri/Espanha.

Arco do Triunfo de Madri/Espanha. Chovia bastante: em novembro de 2008.

Praça de Espanha em Madri e o monumento a Dom Quixote em frente.

Madri/Espanha: AL, GO, AL, SP, PB, SP.

Prefeitura de Madri/Espanha: uma beleza incontestávelmente absoluta desta arquitetura.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

3 - Serra de São José - Palmeira dos Índios-AL

O Parque de diversões compõe o pequeno pátio,
em frente a Igreja da Segrada Família,
povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.
Em meados de abril o povoado de Serra de São José, distante cerca de 15 km da cidade de Palmeira dos Índios-AL, festeja na comunidade a Sagrada Família. Apesar de o povoado ser dedicado a São José,  a padroeira -  é a Sagrada Família.


Indo como quem vai para a cidade de Quebrangulo-AL, logo depois de vencer as cerca de vinte perigosas curvas da Serra do Muro, adentra-se a direita; passa-se pelo Sítio Novo, pela Serra da Mandioca e logo depois começam a aparecer as primeiras casas de Serra de São José, nas beiras da estrada. Logo depois o cemitério e numa bifurcação entre o acessos ao Povoado Bonifácio (à direita de quem vai) e o Povoado Chorador (à esquerda) está edificada a Igreja da Sagrada Família. E as casas continuam até não existir casa alguma. Finalmente, outros povoados.

No povoado ainda podem-se encontrar residências como esta, de 1936; povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Um pedaço do povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

O Centro Comunitário do povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Vista lateral da cúpula da Igreja da Segrada Família;
Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Era quase meio dia. O Sol ao centro. Igreja da Segrada Família, povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Singular o altar: trabalhado em madeira maciça. Igreja da Segrada Família, povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.


Detalhe do altar da Igreja da Segrada Família, povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Os devotos saem carregando o andor. Igreja da Segrada Família, povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Detalhes das imagens veneradas - A Sagrada Família.
Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Prossegue a procsissão: Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL. Meu vó: Homem de fé, e de fibra!

Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Ao fundo a planície de Bonifácio e outros povoados.
Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL. Os "anjinhos" a frente!

A Banda de Pífanos acompanha por todo o percurso. Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

De todas as idades, na procissão. Povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Aqui já retornam para a Igreja. Igreja da Segrada Família, povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.

Retornam para a Igreja. Igreja da Segrada Família, povoado Serra de São José, Palmeira dos Índios-AL.